Nós

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Manu & Nagi, no dia do Canada

Nosso Objetivo

Nosso Objetivo
A cidadania canadense

Saskatoon

Saskatoon
Nosso futuro lar

Nossas Aventuras

Nossas Aventuras
Glacier National Park, Montana, USA

(MUITOS) MESES DEPOIS... O RETORNO

22 de fevereiro de 2011

Peço desculpas ao pessoal que acompanha o blog. Passei muito tempo sem atualizar e sei que estou em falta com muitas coisas. Mas vou tentar compensar o tempo perdido e fazer uma retrospectiva da nossa chegada ao Canada. Quem sabe consigo ser mais objetiva e resumir os fatos com menos detalhes. Você duvida? eu também! rsrsrss... afinal, são os detalhes que fazem toda a diferença, certo? Nosso vôo de Cuiabá para São Paulo foi tranquilo e o de São Paulo para Toronto, foi melhor ainda, pois conseguimos pegar as poltronas do meio e conseguimos nos esticar melhor. No aeroporto de Toronto, finalmente pudemos relaxar e dizer: "Estamos no Canada!". Depois de 6 meses de muita correria, papelada, burocracia, grana e paciência (ou falta dela), finalmente estávamos "em casa".
Saskatchewan... sem montanhas e com muita neve!!!
O vôo para Saskatoon foi engraçado: quando o avião se aproximava da cidade, ouvimos o piloto anunciar a temperatura local: -23ºC. Todo mundo dentro do avião caiu na gargalhada. Acredito que, naquele dia, Saskatoon era um dos lugares mais frios do Canada. Isso mesmo Sras e Srs, saímos de 35ºC em Cuiabá, pegamos em torno de 20ºC em São Paulo, praticamente não sentimos os 5ºC de Toronto, e estávamos prestes a sentir na pele, novamente, o verdadeiro inverno canadense. 
Esquecemos o frio ao ver nossa querida amiga Pat, que veio nos recepcionar no aeroporto. O resto da galera estava trabalhando. Chegamos numa quinta-feira, 11 da manhã, justamente pra não tirar o pessoal da rotina. Alugamos um carro e corremos pra visitar as casas que estavam em nossa lista para alugar.  Resolvemos procurar uma casa, pra viver uma experiência nova. Quase conseguimos alugar uma casa linda, maravilhosa, onde nossa amiga Pat havia morado. Mas o valor do aluguel estava muito fora do nosso planejamento financeiro - maneira chique de dizer caro pra caramba.
Depois de visitar as casas, passamos no apartamento da Pat para uma visita. Ao sentarmos, Nagi sentiu falta da carteira. Começamos a procurar, procurar, procurar e sentir o desespero aumentar: dinheiro, cartão de crédito, isso não era nada. O problema era a carteira de motorista recentemente renovada. Como dirigir sem carteira? Como tirar uma carteira canadense sem comprovar sua experiência com a carteira anterior? Como tirar segunda via no Brasil estando no exterior? Nessas horas, só conseguimos elaborar perguntas e nenhuma resposta. Ficamos arrasados. Devastados. Revoltados. A sensação de começar tudo com o pé esquerdo, não era nada boa. Graças à nossa amiga Pat, que nos deu palavras de apoio e muita positividade, respiramos fundo e deixamos as preocupaçoes para o dia seguinte. Tenho que dizer como nessas horas, um amigo de verdade faz diferença!
Nagi ligou para cancelar o cartão de crédito, e descobrimos que o cartão havia sido provávelmente clonado no aeroporto de SP, pois havia a cobrança feita por uma cia aérea que nunca utilizamos. A compra foi efetuada quando estávamos no vôo Toronto/Saskatoon, então foi fácil enviar o bilhete aéreo para o Visa e comprovar que era impossível termos realizado a transação em solo brazuca naquele dia e horário.
Enfim, naquela noite, seguimos congelando de frio para a casa da Corinne e do Dorlan, onde fomos muito bem acomodados (muito mesmo!) e conseguimos dormir vencidos pelo cansaço da viagem, mas com a cabeça a mil por conta da carteira.
No dia seguinte, começamos a pensar no que fazer. O primeiro passo era passar no nosso depósito para encontrar alguns sapatos e roupas de frio, ou seja, sobrevivência em primeiro lugar. Depois de encontrarmos o que queríamos, resolvemos dar uma olhada novamente dentro do carro, pra ter certeza que a carteira não estava lá, antes de irmos à polícia fazer o boletim de ocorrência. Era o melhor lugar pra procurar, pois estavamos num estacionamento coberto e quentinho. O alívio foi geral: a carteira estava lá... debaixo do banco do passageiro... Sem comentários... Agora poderíamos continuar procurando um lugar pra morar.Encontramos casas legais: uma delas era meio pequena, mas confortável. O aluguel era meio salgado, mas ficava um pouco afastado da cidade e precisaríamos de um carro. Depois, encontramos um casa linda, na mesma região, com um aluguel um pouco mais pesado. Tenho que dizer isso: a casa era linda, perfeita, tudo o que queríamos. Mas começamos a analisar todos os prós e contras e chegamos à conclusão de que os custos para alugar uma casa seriam muito altos e no momento, não era sensato. A solução mais prática e financeiramente vantajosa era voltar para prédio onde moramos em 2009. O valor do aluguel inclui água, luz, aquecimento e mesmo assim fica abaixo do valor de uma casa. Além disso, o prédio fica numa localização excelente, tem academia, hidro, piscina e estacionamento coberto.  
Vista da sacada do ape, no 15º Andar
Acabamos alugando um apartamento no 15º andar, novamente com vista para o centro. Agora que estamos num andar mais alto e mais ao norte, temos uma vista bem melhor, mais ampla. Além disso, ficamos felizes por voltar a morar no mesmo prédio da Pat. 
A mudança em sí foi cansativa, mas tranquila. Sentimos falta do tempo em que ficamos hospedados na casa da Corinne e do Dorlan. Eles disseram que também sentiram nossa falta... falta da conversa, do barulho... eles já estavam ficando acostumados. Todos os dias cedo tomávamos café da manhã juntos, conversávamos, fazíamos planos para o dia junto com eles, trocávamos idéias e ouvíamos ótimos conselhos. Quando eles chegavam do trabalho a noite, cozinhavam sempre algo gostoso pra gente. Tínhamos que implorar pra deixarem cuidar da louça, até que eles cederam. O Dorlan tinha um estoque de Coca-cola e isso era perfeito pro Nagi. A Corinne me ajudou a melhorar o inglês do meu currículo e me deu dicas de como pronunciar a palavra "world", que por algum tipo de bloqueio mental, eu não consigo reproduzir corretamente. Como eu disse antes: Nada como amigos de verdade.
Conseguí "resumir" um pouco a loucura da nossa chegada, mas ainda faltam algumas coisas. No próximo texto vou contar sobre a compra do nosso primeiro carro no Canada. Prometo que não vou demorar meses e meses novamente!
Beijos!!!

De volta ao Canada... bem abaixo de zero!

26 de novembro de 2010

Este blog está completamente largado desde que começamos a mexer mais com nossa papelada. Foi uma corrida para organizar tudo para a permissão de trabalho e depois ainda passamos pelo estresse de preparar tudo e enviar para o processo federal.
Ainda preciso escrever sobre nossas duas semanas em São Paulo, com direito a fotos e vídeos que fizemos, inclusive do passeio de helicóptero.
Depois, quando voltamos pra Cuiabá, tudo aconteceu muito rápido: os vistos chegaram e começamos nos organizar pra viajar antes que os preços das passagens ficassem absurdos com a proximidade do Natal.
Agora estamos de volta a Saskatoon e desde o primeiro segundo tivemos a sensação de que nunca fomos embora. Nossos amigos estavam ansiosos com nossa volta e não sei dizer o que seria das nossas vidas se não fossem esses anjos que nos cercam.
Em breve vou escrever com mais detalhes, tenho vídeos da cidade, das ruas e do nosso carro coberto de neve, mas primeiro precisamos organizar nossas coisas por aqui. Preciso de mais tempo pra escrever, pois estou muito atrasada com o blog!
Só quero que todos saibam que estamos bem, mesmo depois de dar de cara com -23ºC no dia em que chegamos.
Beijos a todos!!!
Manu & Nagi

Formulários e Exame Médico

14 de outubro de 2010

Viemos pra Sao Paulo no dia 2 de Outubro para pedir nossos atestados de antecedentes criminais e esperar os formularios do consulado com o pedido do exame médico. Pedimos os atestados, mas nada dos formulários chegarem. Nosso voo de volta estava marcado para o dia 11 a noite e já estávamos com as malas prontas, quando recebemos uma ligação dizendo que os formulários finalmente chegaram. Mudamos a data do voo e tratamos de correr pra marcar a consulta com o médico. Já haviamos pesquisado sobre os médicos nos blogs de outras pessoas que já fizeram o processo de imigração e por vários motivos escolhemos ligar primeiro para o consultório do Dr. Celso Fava. Acertamos em cheio: além da secretária ser super simpática, educada e prestativa, conseguimos marcar a consulta super rápido. Chegando ao consultório, fomos encaminhados ao laboratório para realizar os exames. Retornamos ao consultório e fizemos a consulta com o Dr. Celso Fava, um excelente profissional, muito educado, atencioso e simpático. A consulta foi super tranquila e não teve nada de excepcional. Agora é só aguardar o resultado dos exames e enviá-los para Trinidad & Tobago, isso é feito pela secretária do médico, mas vamos acompanhar através do localizador do Fedex.
Depois disso, a equipe médica deve dar o OK para o consulado e ficaremos aguardando a chegada dos nossos passaportes com os devidos vistos.
Ainda ficaremos mais 1 semana em São Paulo e já estamos tão tranquilos quanto ao processo, que vamos aproveitar pra passear bastante... colocaremos as fotos no blog em breve, com certeza!

AINDA NO BRASIL

23 de setembro de 2010

Chegamos no Brasil no começo de Junho após uma bela temporada em Orlando, FLA. Como a maioria sabe, já chegamos no meio da confusão: nosso amigo Jeancarlos foi atingido com 3 tiros no dia do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo. Graças a Deus ele sobreviveu e se recuperou, após um dos tiros passar a 1cm do coração e perfurar seu pulmão.

Em meados de Julho, minha irmã, Mariana, veio passar 1 semana em Cuiabá. O roteiro começou com compras no SESC Casa do Artesão.Também fizemos um tour pela Chapada dos Guimarães - onde os lugares mais interessantes foram interditados por medida de segurança - mas de qualquer forma, ela amou. Um dos pontos altos foi o almoço: Galinhada com arroz e farofa de banana no restaurante Morro dos Ventos. Ela também provou e se apaixonou pelo tal do espetinho, comeu bolo de queijo no Bolo de Arroz e Cia e para completar as férias gastronomicas: sorvete no Alaska, que todos sabem, não existe igual. Mas as férias não foram só comilança: também jogamos golfe duas vezes com nosso amigo Izawa e sua esposa Najara e ainda passeamos de lancha e nadamos com eles no lago do Manso.


Mas, justo no último dia das férias da minha sister, Nagi acordou sentindo dores que foram aumentando durante o dia. Desde o começo ele dizia: "Acho que é apendicite". No hospital, o diagnóstico foi confirmado e a cirurgia marcada para a manhã seguinte. A Mari passou a noite no hospital com a gente, antes de ir voltar pra Sampa. No dia seguinte, graças a queridíssima Dra. Miriam, o excelente Dr. Marcelo Sepúlveda foi localizado para realizar o procedimento e tudo correu bem. Depois, era hora do Nagi ficar de molho em casa, em processo de recuperação, sem dirigir e sem pegar peso.

Depois de algumas semanas, um susto: a Edi, esposa do Jean, teve um AVC. Após um pré-atendimento horrível no sistema público de saúde dessa cidade, ela foi finalmente transferida para um hospital particular, onde passou uma semana. Depois de muita fisioterapia, ela já está praticamente recuperada, Graças a Deus!

Passado esse começo cheio de altos e baixos, pudemos focar nossa atenção no processo de imigração, já que documento tão esperado estava, finalmente, em nossas mãos. Era hora de organizar muita papelada, preencher formulários, sanar uma lista gigante de dúvidas e mandar tudo pro consulado. Depois de 21 dias, o primeiro contato: faltou a Certidão de Antecedentes Criminais. E não pensem que poderia ser aquela tirada na internet... tinha que ser o documento oficial retirado na própria Polícia Federal - que demora até 15 dias pra ser emitido.

Agora estamos aguardando novo contato do Consulado que deverá nos enviar um formulário para realizarmos exames médicos. Detalhe: não pode ser em qualquer médico... existe uma lista restrita de médicos credenciados pelo consulado. Depois disso, nossos exames serão enviados para análise em Trinidad e Tobago - onde fica o orgão médico do consulado, responsável por validar exames médicos da América Latina. Após a aprovação médica, o consulado deve enviar nossos vistos de trabalho - tomara!

Se tudo der certo e nossas contas estiverem corretas, no final de Novembro estaremos em Saskatoon, no auge do inverno. Já estamos nos preparando psicologicamente pra mudar de +45ºC pra -45ºC.

Não pensem que vamos parar por aqui: ainda tem o Processo Federal. Mas isso é assunto pra outro post.

Agora, uns recadinhos rápidos pra quem está sempre visitando o blog:

- Um super beijo pros leitores assíduos, como a Nazaré e muitos outros, que estão sempre de olho, mesmo com a falta de conteúdo regular.
- Família: tem muita gente que não vimos regularmente, mesmo estando perto, mas saibam que vcs moram em nossos corações!
- Pessoal de SP que não pudemos ver: Samantha, Ale Marques, Ale Crespilho, Ale Fernandes, Lau e Cia, galera de Campinas: Puta saudade, meu!!!
- Pessoal de Cuiabá que a gente só vê de vez em quando ou nunca: né Maurel? - Leonardo e Dani, Tom, Gonçalo, Isaura e Ademir: Se vcs derem jeito nesse calor a gente aparece, combinado?
- Hey, Canadians: Get ready for pictionary, eh?! We love and miss you all!

Beijos e abraços a todos!!!

NASCAR, NASCAR, NASCAR !!!

10 de junho de 2010



Nossa viagem para North Carolina não poderia ter sido mais perfeita. Com um carro confortável, uma estrada ótima e um panorama lindo, foi fácil dirigir por cerca de 900 Km até nosso destino final.
Paramos em Columbia, South Carolina, para conhecer um dos restaurants da nossa lista e valeu muito a pena. Para o Nagi, até o momento, o lanche do restaurante próximo a Miami foi o melhor dos 3 da nossa lista. No meu caso, o hamburger de South Carolina ganhou de todos que já comí na vida.
Chegando em Gastonia, a aproximadamente 37 km de Charlotte e ficamos aliviados ao perceber que escolhemos um excelente hotel, depois de tanto pesquisar na internet. No dia seguinte, fomos direto para o centro da cidade conhecer o recém-inaurugado Hall da fama da Nascar. Após enfrentar uma fila gigantesca, finalmente conseguimos entrar pra conhecer o lugar onde as lendas da Nascar são homenageadas. Infelizmente, visitar um local desses na véspera de uma corrida é um pouco complicado, mas acredito que aproveitamos bastante.
Na saída, Nagi resolveu fazer o test-drive do Camaro, e acabou dirigindo mais outros carros como Tahoe e Malibu. Antes disso, teve que fazer o teste do bafometro, mesmo jurando de pé junto que só bebe coca-cola. Foi tão incomum vê-lo fazer o teste, que eu não resistí e acabei tirando fotos deste momento único.
No mesmo dia, no final da tarde, resolvemos conhecer mais um dos restaurantes da nossa lista, o Penguin Drive-In. Ficamos satisfeitos, porém, reconhecemos que não era assim tão sensacional. Acho que estamos ficando exigentes demais.
No dia seguinte, o grande dia. Estávamos preparados para o transito fenomenal rumo ao circuito, mas com muita sorte chegamos tranquilamente, estacionamos com uma facilidade enorme e fomos direto retirar nosso ticket que estava reservado há dias. Durante o trajeto, tiramos muitas fotos, ganhamos muitos brindes, passeamos bastante e compramos souvenirs na loja móvel do #48 Jimmie Johnson 4 vezes campeão!!!! Claro que o Nagi ficou louco e a vontade de comprar tudo foi fortíssima, mas ele se segurou e acabou comprando apenas o necessário – se é que existe tal coisa. Ganhamos brindes e curtimos bastante o super estande da Coca-cola, patrocinadora principal desta estapa da Nascar, conhecida como Coca-Cola 600.
A cerimonia que antecedeu a corrida foi emocionante: em função do Memorial Day, foram feitas diversas homenagens ao exercito Americano, seus veteranos, atuais combatentes de guerra e seus familiares. Diversos aviões, helicópteros, soldados e paraquedistas fizeram parte de uma encenação emocionante.
Mas tudo começou a esquentar quando os pilotos e carros foram apresentados, o hino nacional Americano foi interpretado e o som dos caças F-15 fez a arquibancada ir a loucura. Depois da famosa chamada: “senhores, liguem os motores”, o ronco dos carros fez o chão tremer, literalmente.
Quando a corrida começou pra valer, foi sensacional! O barulho dos carros é viciante! Curtimos cada segundo das 600 voltas, durante 4 horas. Alugamos um scanner e dois fones de ouvido pra acompanhar toda a comunicação entre as equipes e isso tornou a corrida ainda melhor. Foi incrível!
A corrida teve pequenos acidentes, algumas bandeiras amarelas e relargadas tranquilas. O vencedor não foi exatamente quem esperávamos, mas nos divertimos tanto que isso era um pequeno detalhe, que já não tinha tanta importancia.
Na hora de ir embora, mais uma surpresa: apesar do gigantesco público que compareceu, praticamente não enfrentamos transito, devido ao excelente trabalho da polícia de transito local, que organizou perfeitamente o esquema de saída do local.
Na volta para Orlando, a chuva atrasou um pouco a volta e tornou a estrada um pouco mais perigosa, mas nada que nos detivesse ou prejudicasse. Foi um final de semana perfeito!


Sea World e Busch Gardens

29 de maio de 2010



Mais parques para nossa lista:
Foram 2 dias de muita curtição no Sea World: animais diversos, montanha russa, shows e muita caminhada!
Fica difícil escolher o melhor do dia, mas o show dos golfinhos é, sem dúvida, uma das coisas mais marcantes do passeio e mereceu um bis no dia seguinte. Alimentar os golfinhos e ter a chance de tocá-los também foi incrível.
Passamos um bom tempo brincando com as arraias de diversos tamanhos. Nagi resolveu alimentá-las e nos divertimos muito!
Temos uma lista de coisas muito interessantes: tubarões, cavalos marinhos, pinguins, leões marinhos e o show da Shamu - sim, a baleia assassina!
Também aproveitamos pra uma voltinha na Manta, a montanha russa onde o carrinho parece uma arraia gigante. A sensação foi incrível. Nagi ainda foi em outra montanha russa, a Kraken, que me deixou de estomago embrulhado só de olhar os loopings!
Alguns dias depois, nossa amiga Carla veio de SP passear e fazer compras alguns dias em Orlando e decidimos ir ao Busch Gardens. Foi um dia cheio de montanhas russas e "passeios molhados". Eu e Carla começamos o passeio na montanha russa de madeira. Ela e o Nagi encararam as montanhas mais malucas: a novíssima Sheikra, com 2 descidas de 90º, e a preferida do Nagi, Montu. Também fizemos um passeio de teleférico e vimos alguns animais, como o tigre branco. Nos molhamos duas vezes em dois brinquedos diferentes, mas o último nos deixou ensopadas.
Quando olho as fotos, fico com a impressão de que não tiramos o suficiente... talvez seja uma boa desculpa pra voltar! Quem sabe...